Equipe do estande
Inicia, segura e reinicia sem abandonar a conversa por muito tempo.
Como funciona
As pessoas jogam numa página de celular. Quem opera segura o console. Quando a sala precisa ver o mesmo momento, uma vista de navegador vai para a tela do estande, um projetor ou um painel de LED. Preparar é ligar as peças de que vocês realmente precisam.
Quem está no corredor precisa da página do celular, não do console. Quem opera não deveria procurar dentro de uma tela para avançar uma rodada. A tela é para a plateia, e só quando vocês quiserem uma.
Opcional. Uma vista de navegador num computador, em tela cheia num monitor, painel de LED ou projetor, quando a plateia precisar ver o mesmo momento.
Os controles de quem conduz a sessão: iniciar, segurar, avançar e reiniciar.
Onde o jogo acontece: uma página H5 no navegador do celular, aberta por um QR ou um link curto. Sem conta e sem instalação.
Planeje para uma equipe pequena e uma entrada pronta sempre que alguém se aproximar.
Ajuste a interação à meta: uma parada no estande, a entrada numa conversa, uma caça pelo pavilhão, um sorteio ou um ponto de ensino.
Escreva linhas curtas, perguntas, nomes de prêmios e regras. Se uma frase for difícil de ler a alguns metros, corte.
Se a plateia precisar assistir, abra a vista num navegador atual e mande para a tela cheia. Um jogo só no celular pode pular este passo.
Coloque o QR onde as pessoas já olham: um balcão, uma estação no pavilhão, um cartão no cordão do crachá ou a parte de baixo de uma tela.
Defina quem inicia uma rodada, quem cuida da mesa de prêmios e o que fazer quando o pavilhão fica barulhento.
Encerre a rodada e volte ao estado de entrada para o próximo grupo ver um começo limpo.
Um momento de palco precisa de uma deixa, um ensaio e um fim que ainda faça sentido para quem chega atrasado.
Decida o momento: abertura, um ponto de produto ou o encerramento. Dê uma duração que quem apresenta consiga sentir.
Quem apresenta no palco, o operador no console, a imagem na tela principal. Não peça a quem apresenta para operar o software.
Coloque o código num slide de espera ou no terço inferior antes do trecho, para a sala já estar dentro.
Feche num vencedor, numa pontuação ou numa ideia que ainda faça sentido sem a preparação.
O software não substitui um briefing. Ele deixa menor o trabalho de cada papel.
Inicia, segura e reinicia sem abandonar a conversa por muito tempo.
Avança o trecho no tempo de quem apresenta, num console que não é a tela do público.
Ensaie a tela, o código e um navegador reserva antes de o público chegar.
Os celulares precisam de rede, e alguém para conduzir a sessão. Somem um computador e uma tela quando um display, um projetor ou um painel de LED precisar mostrar o mesmo momento. Os visitantes usam o próprio celular. A TradeShowPlay não promete jogo offline.
Sim. Rode a sessão antes da abertura, na mesma tela se o local permitir. Uma deixa de palco merece ensaio.
Planeje um teste de rede. A TradeShowPlay não promete jogo offline. Se os celulares não conseguirem entrar, a sessão ao vivo não roda. Uma tela não substitui essa conexão.
Um estande simples fica pronto quando a entrada está no ar e o conteúdo carregado. Uma tela, se usarem uma, é um passo a mais. Escrever o conteúdo leva o tempo do texto de que vocês precisam.